“Sorte” é sinónimo de “Acaso”?
Um “Acaso” positivo?
Se é, então não acredito na sorte. Acredito em energias e acredito que o Universo nos dá aquilo que precisamos durante a nossa viagem pela vida.
Portanto, quer estejamos a viver coisas boas ou coisas más, a pressa é dos nossos piores inimigos. Porque nos impede de estar conscientes e receptivos ao momento que estamos a viver, seja ele bom ou mau.
Porque a única coisa que possuímos é o momento. O Agora. O segundo que passou já não existe. E o segundo que aí vem, ainda não existe, e nunca vai existir. Por isso, para quê nos concentrarmos em algo que já não temos e em algo que nunca vamos ter?
Livrem-se da pressa e da ansiedade, porque o importante é estar “vivo” no Presente. É sentir. Quer estejamos numa situação boa, normal ou má. Porque as boas são para nos preencherem a alma, e as normais e as más têm sempre tanto para nos ensinar. E uma das maiores alegrias do ser humano é sentir que nada foi desperdiçado.
Podemos crescer e preencher a nossa alma a cada segundo que passa.
Portanto, qualquer que seja o lugar em que estamos, as circunstâncias do momento, há que ter sempre os sentidos despertos e a mente aberta aos presentes do mundo, a todos os níveis (físico, mental, emocional).
Portanto, quando falo de “aproveitar o momento”, não digo fazer tudo o que pudermos no pouco tempo que temos. Porque aí já estamos a viver com a Pressa. O significado de “aproveitar o momento” é o resumo deste texto. Estar receptivo ao mundo a todos os níveis (mais uma vez, físico, mental e emocional); ter consciência de que, qualquer que seja a situação (boa ou má), nós saímos sempre a ganhar; e tentar não cair na rotina (a nível mental).
Nunca deixar de reflectir, porque é isso que nos faz crescer.
Tomar atenção às pequenas coisas, porque se podem revelar mais importantes do que muitas coisas que nos destroem por dentro e ganham a sua importância precisamente por isso, o que é simplesmente absurdo.
Livrem-se da vergonha e dos disfarces, porque não há nada melhor que a liberdade que sentimos quando nos “expomos” ao mundo.